Teste de deteção precoce do cancro do cólon

Septina 9

Sabia que 90% dos casos de cancro do cólon podem ter cura se detetados precocemente? Uma simples colheita de sangue pode ajudar a detetar e a tratar atempadamente o cancro do cólon.

  • O cancro colo-rectal
  • O teste
  • Para quem está indicado?

O cancro colo-rectal é a segunda causa de morte nos países desenvolvidos, ultrapassado apenas pelo cancro do pulmão, no homem, e pelo cancro da mama, na mulher.

1 em cada 20 indivíduos desenvolverá um cancro do cólon ou do recto ao longo da sua vida. A incidência do cancro do cólon na Europa é de 53 novos casos por cada 100.000 habitantes/ano.

A maioria dos casos são diagnosticados entre os 65 e 75 anos de idade. Podem também ocorrer casos a partir dos 35 anos, geralmente associados a uma predisposição genética.

A sobrevida depende do estadio em que o tumor é diagnosticado, pelo que é fundamental a sua deteção precoce.  No entanto, a percentagem de população adulta que participa em programas de rastreio e prevenção de cancro do cólon é inferior a 20%.

 

  • É a melhor opção para os indivíduos que não participam nos programas de prevenção e recusam colonoscopias ou outro tipo de exames de rastreio de rotina;
  • Realizado de forma cómoda e simples, através de colheita de sangue;
  • Minimamente invasivo, podendo ser realizado a cada um ou dois anos;
  • Evita os falsos positivos gerados pela colheita de fezes;
  • Não é necessário estar em Jejum nem dieta específica prévia;
  • Menor número de falsos positivos: em cada 2 indivíduos com resultado positivo, 1 apresentará patologia tumoral.
  • Aprovado pela FDA como teste de rastreio para a deteção precoce do cancro do colon

 

 

O teste pode ser realizado nos seguintes casos:

  • Indivíduos que não realizam colonoscopias de rotina, conforme as recomendações dos programas de rastreio de cancro colo-rectal.
  • Homens e mulheres, a partir dos 50 anos;
  • Indivíduos a partir dos 40 anos com dois ou mais familiares em 2º grau com cancro ou pólipos, ou com um familiar em 1º grau com cancro depois dos 60 anos.

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